Muito se questiona, atualmente, sobre a
linguagem mais tonal adotada por um grande número de compositores
contemporâneos. Alguns acham que é um retrocesso, outros que é a retomada de um
caminho perdido. São discussões que, na minha opinião, se tornam infrutíferas
quando consideramos que peças corais de extrema beleza são construídas ainda
utilizando a linguagem baseada no sistema tonal. E o mesmo acontece com vários
compositores que utilizam linguagens diferentes.
Observei em comentários referentes ao
Cantate Domino, postado ontem, que vários pessoas utilizam os adjetivos referentes
à “beleza” da construção de Ko Matsushita. Buscando informações sobre ele,
observei que o compositor, além de conceituado regente de coros, é muito
conhecido fora do Brasil pela quantidade de obras bem construídas e que, por
isso, são executadas por vários corais do mundo. Então, está na hora de
conhecermos mais sobre este compositor:
Ko Matsushita é um regente e compositor
japonês. Dono de uma formação séria na arte de conduzir corais tem composto e
arranjado peças corais que são realizadas não só no Japão, mas em todo o mundo.
Atua como regente residente e diretor artístico de 10 coros japoneses que
realizam performances tanto no Japão quanto no exterior. Recentemente, um de
seu coros, o Coro de Câmara "Vox Gaudiosa" ganhou o grande prêmio do Concorso Internazionale Polifónico Guido d'
Arezzo 2011", na Itália.
Em 2005 , Ko
Matsushita tornou-se o primeiro asiático a receber o Prêmio Edler Robert de Música Coral. Este prêmio é concedido ao
melhor maestro, compositor, ou coro por seus esforços extraordinários ao longo
do ano em todo o mundo. Suas obras são realizadas por um grande número de
corais de todo o mundo.
Ko Matsushita regendo:
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